Política
Publicada em 19/10/17 as 16:49h - 173 visualizações
Sessão da Câmara esquenta com manifestantes do Centreville e projeto de corte de comissionados tem votação adiada
Tensão faz vereador Ronaldo de Castro ser ríspido com populares

Montero Netto


 (Foto: Divulgação)
Não está sendo fácil para os vereadores de Santo André a sessão desta quinta-feira(19). Com o plenário totalmente tomado por manifestantes do Centreville, os parlamentares estão tendo que cortar um dobrado, como se diz na linguagem popular, para dar continuidade aos trabalhos legislativos. Isso porque os moradores daquele bairro pedem a interferência do Legislativo sobre a situação do bairro, que está complicada. Os manifestantes cobram o cumprimento do acordo proposto pela Prefeitura de Santo André, para a regularização fundiária de residências daquela região, o que ainda não aconteceu.
Desta maneira, com palavras de ordem e discursos inflamados, os moradores do Centreville se manifestam a cada momento, fazendo com que o presidente da Casa, vereador Almir Cicote (PSB) tenha que interromper os trabalhos para dar explicações.
Mas a tensão se elevou quando o vereador Eduardo leite (PT) propôs uma inversão de pauta, adiantando a Tribuna LIvre, para antes da Ordem do Dia, onde Marilda Brandão, representante da Associação União e Luta dos Moradores do Centreville, fará uso  da palavra. O Requerimento verbal do petista foi rejeitado. Alguns parlamentares votaram contra a mudança. Um deles, Ronaldo de Castro (PRB), que já foi presidente do Legislativo, após a manifestação dos populares que se sentiram prejudicados, pegou o microfone do plenário, e de maneira destemperada disparou contra a Multidão. "Presidente vamos colocar ordem nisto aqui, eles não entendem nada". De imediato o público iniciou um bate boca, o qual foi contido com a intervenção de Cicote.
Votação - Antes, em uma reunião no chamado plenarinho os vereadores decidiram adiar a votação de todos os projetos da Ordem do Dia. Entre eles está a polêmica proposta, já votada em primeiro escrutínio, que reduz de 11 para seis o número de assessores comissionados em cada gabinete de vereador. Ao todo 126 assessores ganhariam o chamado bilhete azul, o que está causando um clima de preocupação na Câmara.



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