Política
Publicada em 30/09/16 as 12:36h - 152 visualizações
Conheça os principais prefeituráveis da cidade de São Paulo

Rafael Madjarof


 (Foto: Divulgação)

No dia 02 de Outubro, os 8 886 324eleitores de São Paulo escolherão o seu novo prefeito para comandar a cidade entre 2017-2020. A disputa promete ser acirrada, uma vez que existem várias candidaturas fortes na cidade, e que o partido da situação, o PT, tem enfrentado muitos problemas para governar.

Fernando Haddad (PT):O atual prefeito Fernando Haddad será o candidato a reeleição à prefeitura de São Paulo. Após ser ministro da Educação do governo Lula, Haddad se elegeu prefeito de São Paulo, em 2012, após vencer no segundo turno José Serra (PSDB). Desde que assumiu a prefeitura, Haddad foi responsável por políticas de mobilidade urbana, como a expansão da malha cicloviária, esta última gerando polêmica em toda a cidade. Além das polêmicas relacionadas com a sua gestão, o prefeito terá que vencer um alto índice de rejeição hoje em 42%. Nessa empreitada o PT contará com o apoio do PR, PC do B, PDT e PROS.

Celso Russomanno (PRB): O deputado federal Celso Russomanno será o candidato do PRB, para a prefeitura de São Paulo. Celso Russomano começou sua carreira política em 1995 quando ainda pelo PSDB foi eleito deputado federal cargo em que foi eleito outras 4 vezes e ocupa até hoje. Em 2000 perdeu a eleição municipal em Santo André para Celso Daniel. Em 2012 , disputou o cargo da prefeitura de São Paulo mas ficou em 3° lugar.  Na disputa o PRB contará com o apoio do PSC, PTB e PEN.

Marta Suplicy (PMDB): A senadora Marta Suplicy será a candidata do PMDB, para a prefeitura de São Paulo. Em 1995 Marta foi eleita deputada federal, cargo que ocupou até 1998. Em 2000 foi eleita prefeita de São Paulo derrotando Paulo Maluf, foi duramente criticada em sua gestão por ter criado a taxa do lixo. Depois de prefeita foi Ministra do Turismo no governo Lula e Ministra de Cultura e em 2010 foi eleita senadora cargo que ocupa até hoje.  Na eleição o PMDB tem somente o apoio do PSD.

João Dória (PSDB): O empresário João Dória será o candidato do PSDB, para a prefeitura de São Paulo.Em 1984, foi indicado pelo governador Montoro para coordenar a campanha das Diretas Já, e foi secretário de Transportes de São Paulo, na gestão de Mario Covas. E, 2016, venceu a disputa interna contra Ricardo Tripoli, hoje no PV e Andrea Matarazzo, hoje no PSD, para ser o candidato tucano mas eleições paulistanas. Na eleição o PSDB contará com o apoio do PPS, PV, PSB, DEM, PMB, PHS, PP, PSL, PT do B, PRP, PTC e PTN.

Luiza Erundina (PSOL): A deputada federal Luiza Erundina é a candidata do PSOL, para a prefeitura de São Paulo. Em 1988,Erundina foi eleita prefeita de São Paulo derrotando Paulo Maluf. A sua gestão ficou bastante reconhecida por visar a área social mas teve muitas dificuldades de firmar seu plano de governo devido há um bloqueio imposto pela oposição que vetava seus projetos. Depois disso Erundina foi eleita por 5 vezes para ser deputada federal, cargo que ocupa. Na eleição o PSOL contará com o apoio do PCB e PPL.

Major Olímpio(SD): O deputado estadual Major Olímpio será o candidato do Solidariedade, para a prefeitura de São Paulo. Major Olímpio é militar desde 1978, mas começou sua carreira política em 2006 quando foi eleito pela primeira vez deputado estadual, cargo que ocupou duas vezes até 2014, quando se candidatou e foi eleito pelo PDT para ser deputado federal, cargo que ocupa até hoje.  O Solidariedade disputará a eleição com chapa pura.

A ultima pesquisa de intenção de voto, divulgada no dia 28/09, aponta a liderança de João Dória (PSDB) com 28%, seguido pelo deputado Celso Russomano (PRB) com 22%, em terceiro aparece a senadora Marta Suplicy (PMDB) com 16%, seguida pelo prefeito Fernando Haddad (PT) com 13%, na sequência vem Luiza Erundina (PSOL) com 5%, Major Olímpio (SD)com 1%, os candidatos Ricardo Young, Levy Fidelix (PRTB), João Bico (PSDC), Altino (PSTU) e Henrique Areas (PCO) não atingiram um ponto percentual. O percentual dos eleitores que votariam em branco ou nulo é de 9%, e 4% dos entrevistados não opinaram. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.




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