Política
Publicada em 15/09/16 as 13:13h - 107 visualizações
Lula é denunciado dentro da operação Lava Jato

Rafael Madjarof


 (Foto: Divulgação)

No dia 14/09, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva,  foi denunciado pelo MPF na operação Lava Jato, além do ex-presidente foram denunciados: a mulher dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas. Segundo o promotor do caso, o procurador Deltan Dallagnol, Lula seria o chefe do esquema de corrupção da Lava Jato, e que tal fato estava ligado a provas obtidas pelo MPF.

Dentro da denúncia, mostram-se três contratos da Petrobrás com OAS, e se aponta que Lula recebeu 3,7 milhões de Reais de propina. O ex-presidente está sendo acusado por crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

Mesmo terem sido denunciados por esses crimes, isso não significa que sejam culpados dos crimes de que são acusados. Caberá à Justiça acolher ou não as argumentações dos promotores. Se a acusação for acolhida os denunciados se tornarão réus e serão julgados.

O MPF ainda está pedindo que se pague uma  indenização de R$ 87,6 milhões, a ser paga pela OAS e também por Lula, além de R$ 58,4 milhões, a serem pagos por Léo Pinheiro, e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, respectivamente o ex-presidente e ex-executivo da construtora. 

Ainda segundo Dallagnol Lula teria recebido, Lula recebeu propinas para reservar e reformar um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, e  custear o armazenamento de seus bens. O promotor ainda comentou que existem 14 conjuntos de evidência contra o ex-presidente. O valor envolvido no esquema está estipulado em R$ 6,2 bilhões em propina, o que gerou à Petrobras um prejuízo estimado em R$ 42 bilhões.

Acusados

Os denunciados no esquema da Lava Jato foram: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro,  Léo Pinheiro, o ex-presidente da OAS por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Já Marisa Letícia, Paulo Gordilho, arquiteto e ex-executivo da OAS,
Paulo Okamotto presidente do  Instituto Lula, Fábio Hori Yonamine, ex-presidente da OAS Investimentos e  Roberto Moreira Ferreira, empresário ligado à OAS são acusados de terem feito lavagem de dinheiro. Outro indiciado foi Agenor Franklin Magalhães Medeiros, o ex-executivo da OAS foi acusado de ter praticado crime de corrupção ativa.


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