Cidades
Publicada em 06/12/17 as 10:45h - 13 visualizações
Por iniciativa do Consórcio, realidade virtual vai possibilitar visita a museus do ABC
Tecnologia utiliza óculos conectados a um aplicativo que roda as imagens em 3D e facilita processo de organização de acervos

Redação


Jornalistas testam óculos de realidade virtual.  (Foto: Divulgação)

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC apresentou nesta terça-feira (5), durante a assembleia mensal de prefeitos, o projeto Museu Virtual. A iniciativa disponibiliza um software de gestão de última geração para gestão das obras de arte da região e aproxima a população da cultura. A tecnologia utiliza óculos de realidade virtual, conectados a um aplicativo que roda as imagens dos museus em 3D, integrando elementos do real, imagens de locais importantes para os municípios e obras de arte que marcaram a história das cidades.

 

A iniciativa está catalogando as 3.000 principais obras de arte dos seis municípios consorciados, informou o presidente do Consórcio e prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando. "É um projeto pioneiro, muito bem elaborado e moderno que vai dar a possibilidade de o Grande ABC conhecer o acervo cultural dos nossos museus, pinacotecas e teatros", afirmou.

Morando anunciou ainda que o Consórcio levará o tour virtual até os estudantes do ABC, apresentando para o público jovem uma nova forma de consumir a arte e a cultura local. "A partir do ano que vem, esta tecnologia vai circular nas escolas municipais da região", afirmou.

O calendário de utilização dos óculos de realidade virtual pelas instituições de ensino está sendo desenvolvido pelo Grupo de Trabalho (GT) Educação, adiantou o secretário executivo da entidade regional, Fabio Palacio. "Nosso objetivo é otimizar os deslocamentos e atender o maior número de escolas possível, a partir do início do próximo ano letivo, A ideia é levar o tour virtual a 60 mil alunos em 2018, despertando o interesse dos jovens em conhecer as obras in loco", explicou Palacio.


O Museu Virtual foi desenvolvido pela startup brasileira Artyou, planejado para superar a complexidade do processo de organização dos acervos. Graças a um chip especialmente desenvolvido pela empresa, é possível identificar objetos em segundos e acessar informações. A tecnologia possibilita ainda que as prefeituras consorciadas organizem de forma integrada o processo.




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