Cidades
Publicada em 16/03/16 as 16:00h - 233 visualizações
Estado muda critério para realizar exames em função da ausência de kits

Da Redação


 (Foto: Divulgação)

A falta de kits para diagnóstico da dengue, enviados aos Estados pelo Ministério da Saúde, fez com que a CCD (Coordenadoria de Controle de Doenças), vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, alterasse os critérios para a realização de exames, assim restringindo a coleta de amostras de sangue de casos suspeitos da doença.

Para verificação do cenário atual de transmissão, serão avaliadas amostras recentes, coletadas entre a última quinzena de fevereiro e a primeira semana deste mês. As coletas deverão ser feitas apenas para casos suspeitos em municípios que não tenham registro de transmissões autóctones e para pacientes graves e óbitos nas demais cidades. O restante não terá confirmação por exames.

A quantidade de exames a serem realizadas em cada cidade foi definida com base no número de amostras represadas em comparação ao número de confirmações da doença. Por esse critério, serão realizados apenas 27 testes na região, diante de total de 1.800 amostras de sangue coletadas nos municípios até a oitava semana epidemiológica (dia 27 de fevereiro). As 27 amostras estão distribuídas em Diadema (14), Rio Grande da Serra (11), Santo André (uma) e São Bernardo (uma).

Por essa razão, o GT solicitará esclarecimentos à CCD sobre quais critérios clínicos devem ser considerados para avaliação. Enquanto não obtiver a resposta, Duarte disse que manterá a coleta das amostras e o envio ao Instituto Adolfo Lutz, responsável pela realização dos exames no Estado.

O coordenador ressaltou ainda que limitar os exames a casos graves e a pacientes internados deve afetar o diagnóstico de zika e chikungunya, que podem ser feitos por exclusão da dengue.

A insuficiência de kits atrasa a confirmação de casos de dengue, como noticiou o Diário no sábado. Números atualizados dão conta de que 500 amostras de sangue já enviadas pelos municípios ainda aguardam resultado.

Nas cidades do ABC, São Caetano registrou 14 casos autóctones (contraídos no município), Mauá, sete; Santo André, 21; e Diadema, um. Ribeirão Pires informou que não houve nenhum caso autóctone neste ano.

 




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