Quinta-feira, 27 de Abril de 2018

São Caetano do Sul
Publicada em 05/12/17 as 10:16h - 77 visualizações
Prefeitura de São Caetano do Sul participa da 8ª Virada Inclusiva com sucesso de público

Redação


Virada Inclusiva começou com zumba: de pé ou sentado, ninguém ficou de fora  (Foto: Divulgação/PMSCS)

Neste domingo (03/12), São Caetano do Sul celebrou o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência com participação pioneira na 8ª Virada Inclusiva promovida pelo governo do Estado de São Paulo. As atrações foram concentradas na Avenida Presidente Kennedy (rua do lazer) e na Praça do Imigrante.

A festa foi aberta às 10h, ao som da zumba. O público, formado por pessoas com e sem deficiência, teve a oportunidade de vivenciar a zumba sentado, na modalidade Chair, seguindo os "passos" dos voluntários da equipe do professor Alan Ferreira. E pôde, também, admirar a beleza da apresentação do ballet adaptado, com os alunos e as professoras Elen Araújo e Valéria Savassa, da Escola de Bailado Laura Thomé.

 

No "Circo da Alegria", formado por alunos da Fundação Anne Sullivan, crianças e jovens caracterizados como palhaços, dançarinas, mágico e outros personagens típicos, fizeram performances adaptadas de números já apresentados pelos alunos na comemoração aos 40 anos da escola.

 

PERFORMANCES EM LIBRAS

O coral de Libras foi outra atração que despertou grande interesse do público no período da manhã. "São Caetano do Sul já trabalha a inclusão educacional desde 2009. Este evento é uma grande oportunidade de dar visibilidade ao nosso programa de educação inclusiva", diz a Secretária Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, Adriana Gomes da Fonseca.  

 

PINTANDO COM A BOCA

Em frente ao palco, concomitantemente às apresentações, um estande de pintura com a boca, da Associação de Pintores com a Boca e os Pés, proporcionava ao público presente a oportunidade de uma experiência inédita. Comentários sobre as dificuldades para conseguir segurar o pincel e, ao mesmo tempo, coordenar os movimentos da boca, ressaltaram o valor do trabalho de artistas como Daniel Ferreira, de 27 anos, que não tem as mãos. "Comecei a pintar aos seis anos de idade, com os pés. E há uns oito anos, na Associação, descobri que consigo pintar também com a boca", conta o artista.

 

PROJETO-PILOTO

A tarde do domingo seguiu com mais performances de dança, em especial com a participação da Terceira Idade, com dança específica para a faixa etária e forró.  "Entendemos que incluir é incluir todos. Daí surgiu nosso convite à Terceira Idade, com a dança e o vôlei adaptado", menciona a Secretária Adriana Fonseca, da Sedef. Na rua de lazer e no CISE João Castaldelli, também houve atividades esportivas para pessoas de todas as idades, com e sem deficiência. E pelo sucesso de público, essa foi a primeira de muitas Viradas. "Esse foi o nosso projeto-piloto, um ensaio para que nos próximos anos o evento tenha ainda mais força", afirma Adriana Fonseca.

 




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