Santo André
Publicada em 14/06/17 as 09:49h - 71 visualizações
Santo André tem melhor aterro público da região metropolitana de São Paulo
Nota de qualidade atribuída pela Cetesb sobe no período de um ano e chega a 9,6

Divulgação


 (Foto: Divulgação/PMSA)

Santo André, 13 de junho de 2017 - O Aterro Sanitário de Santo André recebeu nota 9,6 da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), de acordo com o último Inventário de Resíduos divulgado pela empresa. Segundo a Cetesb, o IQR (Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos) do aterro municipal, que é administrado pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo de Santo André), aumentou de 9,2 para 9,6 no período de um ano. É a melhor nota que o aterro andreense recebe em toda sua história, sendo a mais alta do ABC. Na Grande São Paulo, nenhum aterro público tem nota superior - apenas Guarulhos possui avaliação igual.

Localizado no bairro Cidade São Jorge, o Aterro Sanitário de Santo André começou a operar em 1986. Atualmente, ele é um complexo de tratamento e destinação final de resíduos sólidos, sendo o único no ABC a receber a totalidade de resíduos domésticos gerados na cidade, o que hoje corresponde a cerca de 630 toneladas por dia.

No Aterro Sanitário, os resíduos sólidos são dispostos de forma a ocupar a menor área e volume possíveis. Após, são cobertos com uma camada de terra. Todo este processo utiliza técnicas que não causam danos ao meio ambiente e à saúde pública.

O trabalho, realizado pelo Semasa e monitorado pela Cetesb, é orientado por normas técnicas específicas. O Semasa precisa realizar, por exemplo, o monitoramento constante de 14 itens dentro do complexo do aterro, entre eles os de emissão de gases, fauna, avifauna, vetores de doenças e água subterrâneas.

Fechamento e reabertura - Em 2010, porém, a área passou por problemas e chegou a ser interditada por receber lixo além da sua capacidade. Em 2013, a Cetesb autorizou o Semasa a dar início às obras de ampliação do espaço, que só pode ser reaberto em 2014. Graças à operação do aterro, Santo André deixa de gastar cerca de R$ 12 milhões por ano com o destino de resíduos para aterros particulares.




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