Terça-feira, 17 de Julho de 2018

Mauá
Publicada em 15/05/18 às 19:54h
Prefeito de Mauá se afasta de forma espontânea do cargo e quem irá assumir será a vice

Maik Uchoa


 (Foto: Divulgação)

O prefeito de Mauá Atila Jacomussi (PSB), pediu seu afastamento espontâneo do cargo, nesta quarta feira. De acordo com a lei orgânica que rege o município, a posse de chefe do executivo passa a ser, assim que possível, da vice Alaíde Damo (MDB).  A solicitação já está protocolada na prefeitura da cidade em aguardo para convocação e início da substituição.


A notícia do afastamento de Atila foi pronunciada pelo presidente da Câmara e pai do prefeito, Admir Jacomussi (PRP) em plenário, durante a primeira sessão  da câmara após a prisão do chefe do executivo, que está preso pela Polícia Federal desde a  semana passada, pela operação Prato Limpo da Polícia Federal.


O superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Israel Aleixo (PSB), destacou que há esperança no processo de habeas corpus do caso do prefeito e que mesmo negado existem outros recursos, além disso, destacou que o prazo de afastamento pode ser até menos que isso.


"Os 15 dias são para tratar desses assuntos, não é um tipo de desesperança ou temor. A solicitação de afastamento do prefeito é de até 15 dias, isso não significa que vai durar 15 dias, nós temos confiança de que ainda nesta semana o prefeito retorne para suas atividades na cidade de Mauá", declarou Israel Aleixo.


Ainda na tarde de hoje, aconteceu a primeira sessão na câmara para discutir projetos dos vereadores. Fora do plenário, aconteceram manifestações de grupos de posição e também de oposição do prefeito Atila Jacomussi. Os palcos dos protestos foram na praça de frente a câmara e em seguida foram mediados na avenida principal que liga a prefeitura, a João Ramalho.  

 

 

 

Caso Atila

Desde a última quarta- feira, há aproximadamente seis dias, o prefeito Atila Jacomussi está preso após a operação Prato Limpo, feita pela Polícia Federal. O desembargador Mauricio Kato do TRF (Tribunal Regional Federal) decretou a preventiva do chefe do executivo.


Foram encontrados R$ 87 mil na residência do prefeito, e R$588 mil com o secretário, João Gaspar, pela Polícia Federal. A razão é desvio de verba na merenda escolar. 




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