Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

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Mauá
Publicada em 02/02/16 as 17:03h - 169 visualizações
Acerto com Sabesp é priorizado e PPP é congelada em Mauá

Da Redação


 (Foto: Divulgação)

O desejo do prefeito mauaense, Donisete Braga (PT), de devolver o controle do abastecimento de água na cidade à Sabesp (Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo) está cada vez mais nítido. No dia 11/01, o petista suspendeu a abertura de envelopes com as propostas das empresas interessadas pela PPP (Parceria Público-Privada) da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) para priorizar as negociações com a companhia estadual.

Donisete já havia afirmado que o plano A, seria aprofundar o acordo com a Sabesp, mas ao mesmo tempo republicar o edital da PPP alegando que conduziria os dois processos simultaneamente. Com a paralisação da PPP, o prefeito dá um sinal de que deverá entregar a Sama à Sabesp nos próximos meses.

A PPP da Sama fora idealizada pela cúpula do Paço em 2014 no intuito de compartilhar com a iniciativa privada a gestão da distribuição de água no município. A parceria também previa investimento na ordem de R$ 153 milhões ao longo de 30 anos para a renovação da precária rede de abastecimento (que sofre com perdas e furtos), já que autarquia municipal não possui potencial financeiro para financiar as obras.

Por iniciativa da Sabesp, a PPP foi diversas vezes travada pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). Segundo a Sabesp, se a parceria se concretizasse, a Sama não conseguiria financeiramente honrar o pagamento da dívida que possui com a empresa paulista, referente à quebra de contrato com a estatal na época da municipalização dos serviços, na década de 1990, e à diferença do valor do metro cúbico de água comercializado pelo município. A administração contesta esse valor.

Por reassumir o controle do abastecimento em Mauá, a Sabesp amortizaria esse passivo e, de quebra, ainda assumiria os mesmos investimentos previstos pela PPP.

No mês passado, o petista apresentou propostas à Sabesp para o retorno da empresa à cidade, como a construção de reservatórios. De acordo com o prefeito, a estatal pediu 40 dias para analisar o pleito. 




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