Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018

Diadema
Publicada em 07/02/18 as 10:29h - 14 visualizações
Mobilidade Urbana é foco do segundo dia de reunião do Plano Diretor 2018

Redação


 (Foto: Divulgação/PMD)

A Prefeitura de Diadema realizou na manhã desta terça-feira, 06/02, no auditório do Paço Municipal, a segunda reunião do Plano Diretor 2018. O encontro reuniu representantes das secretarias de Transporte, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Serviços e Obras, Planejamento e Gestão Pública e Desenvolvimento Econômico e Trabalho, de setores da indústria como Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Diadema, e da educação como Fundação Florestan Fernandes (FFF) para discutir o Eixo Infraestrutura Urbana.

O foco foi a mobilidade urbana e a implantação de sistemas de transporte público coletivo que aumentará as linhas e capacidade da frota. Foi discutida a elaboração de sistemas de transporte não motorizado, de acessibilidade e de ciclovias, além de ações de inteligência em monitoramento do sistema de trânsito e estacionamento rotativo.

O secretário de Transportes e coordenador do eixo, José Carlos Gonçalves, ressaltou a importância da participação da sociedade civil para a construção do Plano Diretor. "É o início para a elaboração e execução de um plano que trará o desenvolvimento da cidade nos próximos anos", afirmou.

Neste ano, obrigatoriamente, o Plano Diretor deve ser revisto, de acordo com o Estatuto da Cidade que prevê a reformulação a cada 10 anos. Em 2017, iniciaram-se os debates sobre o tema em seis eixos temáticos: Indústria, Comércio, Infraestrutura Urbana, Política Habitacional, Serviços e Tecnologia e Meio Ambiente. A próxima reunião do Eixo Infraestrutura Urbana está prevista para 6 de março.

Plano Diretor

O Plano Diretor é baseado na Lei Federal 10.257/2001, regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal. Esses artigos estabelecem parâmetros e diretrizes da política e gestão urbana no Brasil. Seu objetivo é orientar as ações do poder público visando compatibilizar os interesses coletivos e garantir de forma mais justa os benefícios da urbanização, preservar os princípios da reforma urbana, direito à cidade e à cidadania e gestão democrática da cidade.  O plano é obrigatório para municípios com mais de 20 mil habitantes, em cidades que integram as regiões metropolitanas, áreas de interesse e situadas em áreas de influência de empreendimentos turísticos ou atividades com significativo impacto ambiental na região ou no país.




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