Brasil
Publicada em 13/07/17 as 16:18h - 28 visualizações
Defesa afirma inocência de Lula
Segundo advogados do ex-presidente sentença contém ilegalidades

Da Redação


 (Foto: Divulgação)

A defesa do ex-presidente Lula realizou na noite desta quarta-feira (12) uma coletiva de imprensa sobre a condenação pelo caso do triplex. Lula não participou da coletiva, apenas seus advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins que afirmaram a inocência do petista e que o imóvel nunca foi entregue a ele, ou nenhum membro da família.

 

Para os advogados a sentença dada por Moro ignorou as provas apresentadas pela defesa, pois de 962 parágrafos apenas 5 foram dedicados as provas. "Então, aquilo que nós mostramos, que aquele apartamento triplex jamais poderia ter sido dado ao ex-presidente Lula em 2009 [...], essa prova foi simplesmente tratada de forma superficial e claramente sem nenhum interesse pelo juízo", afirmou Cristiano Zanin.

 

A imparcialidade do juiz também foi um dos assuntos abordados pela defesa durante a coletiva. Segundo o advogado a condenação apenas comprova 'perseguição política' de moro contra Lula. Zanin também comentou supostas ilegalidades cometidas por Moro, entre elas o fato da sentença ser baseada apenas no depoimento do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que não possui acordo de delação premiada homologado pela Justiça. "Moro usou um delator informal, que ainda procura benefícios, para fazer sua condenação. Não há um único elemento a justificar essa condenação. O que existe é uma condenação baseada na delação de Léo Pinheiro".

 

A defesa do petista também divulgou uma nota oficial na tarde de ontem sobre a condenação, onde afirma mais uma vez a inocência do ex-presidente, que a decisão 'ataca o Estado de Direito do Brasil, a democracia e os direitos humanos básicos' e fará denúncia à órgãos nacionais e internacionais sobre a investigação. A nota informa ainda que a imparcialidade da decisão e de Moro ficou comprovada. "O julgamento prova o que argumentamos o tempo todo - que o juiz Moro e a equipe do Ministério Público na Lava Jato foram conduzidos pela política e não pela lei".




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