Brasil
Publicada em 24/03/16 as 14:04h - 218 visualizações
Governo vai investir R$ 649 mi no enfrentamento a zika e Aedes aegypti
Além do valor investido, presidenta Dilma acrescentou que serão somados mais R$ 500 milhões em financiamentos da Finep e BNDES, chegando a um total de R$ 1,2 bilhão

Da Redação


 (Foto: Divulgação)

O governo anunciou no dia 23 de março, a aplicação de R$ 649 milhões em ações de combate ao  Aedes aegypti e às doenças transmitidas pelo mosquito - zika, dengue e chikungunya. Os recursos serão aplicados no diagnóstico, controle vetorial, pesquisas sobre o zika vírus, vacinas, tratamentos e inovação em gestão de serviços de saúde, saneamento e de políticas públicas. Em cerimônia no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff explicou que 93% desses recursos serão aplicados até 2018, ao final de seu mandato.

Além desse montante, aproximadamente R$ 500 milhões serão disponibilizados em forma de crédito para desenvolver novas tecnologias por meio de instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), explicou a presidenta. Ou seja, o combate ao mosquito, à dengue, zika e chikungunya pode ter até R$ 1,2 bilhão.

"Estamos investindo em tecnologia para combater o mosquito. A diretora-geral da OMS [Organização Mundial de Saúde], Margareth Chan, destacou, de forma enfática, a necessidade de termos sistema de diagnóstico próprio", disse Dilma.

A presidenta ressaltou que a Fiocruz já esta trabalhando no teste de identificação dos três virus, o que vai melhorar os custos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Ela contou que fez o teste. "Trata de furar o dedo, assim como exame de diabetes, e dá em poucos minutos se você teve ou tem o vírus. Dá as duas informações. É um teste rápido, efetivo, que agora terá de ser certificado. Não teve problema nenhum eu fazer o teste, porque é só uma agulhinha que fura o dedo", contou.

A presidenta ressaltou, entretanto, a importância das pesquisas brasileiras sobre o zika vírus e as parcerias internacionais sobre o tema. Mas neste momento, reiterou, enquanto ainda não há vacina para o zika, é indispensável combater o mosquito. "Reitero o pedido de 15 minutos por semana para fazer a vistoria em sua própria casa. Enquanto não temos a vacina, essa é a única forma de combater esse mosquito. Vamos mostrar que um mosquito não é mais forte que um país inteiro", disse.




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