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As brasileiras mais importantes da história.

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Mulheres que de alguma forma mudaram a história do Brasil. Aquelas que se dedicaram para manter seu espaço reconhecido na sociedade.


Carmen Miranda: Maria do Carmo Miranda da Cunha,foi cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos nas décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, teatro de revista, cinema e televisão. Recebeu o maior salário pago a uma mulher nos Estados Unidos. Seu estilo eclético fez com que a considerasse a precursora do tropicalismo, movimento cultural brasileiro da década de 1960.
De pequena not√°vel √† brazilian bombshell, aprendeu as g√≠rias e express√Ķes das rodas bo√™mias, suas favoritas, e criou um personagem.
Carmen foi a primeira artista multim√≠dia do Brasil. Talentosa, n√£o s√≥ cantava, dan√ßava e atuava, mas sabia, intuitivamente, transitar com desenvoltura pelo que viria a se tornar a ind√ļstria cultural.

Rachel de Queir√≥z: Professora, jornalista, romancista, cronista e teatr√≥loga. Foi a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras. Eleita para a cadeira n¬ļ 5, em 4 de agosto de 1977. Em suas obras, relatou os problemas do Nordeste, como a seca.
‚ÄúGosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdade ditas (benditas!). Sou pr√°tica em determinadas quest√Ķes: ou voc√™ quer ou n√£o‚ÄĚ. Rachel de Queiroz

 

Irm√£ Dulce: Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes recebeu o ep√≠teto de ‚Äúo anjo bom da Bahia‚ÄĚ. Religiosa, cat√≥lica, brasileira. Notabilizou-se por suas obras de caridade e assist√™ncia aos pobres e necessitados.
Sua vocação para trabalhar em benefício da população carente teve a influência direta da família, uma herança do pai que ela levou adiante, com o apoio decisivo da irmã, Dulcinha.
Irmã Dulce foi pauta para muitos escritores. Sua rica história encantou autores brasileiros e italianos, como Gaetano Passarelli.


Chiquinha Gonzaga, compositora e pianista, estreou como maestrina ao reger a √≥pera ‚ÄúA Corte da Ro√ßa‚ÄĚ. A primeira brasileira frente a uma orquestra. Precursora do Chorinho comp√īs mais de duas mil can√ß√Ķes populares, entre elas, a primeira marcha carnavalesca do pa√≠s ‚ÄúO Abre Alas‚ÄĚ. Escreveu 77 pe√ßas teatrais.
Seu primeiro sucesso, com 29 anos, foi a composição "Atraente", um animado choro. Dedicou-se a musicar peças para o Teatro de Revista, sofrendo pré-conceitos.

Maria Esther Bueno: Grande tenista brasileira, a primeira mulher a vencer os quatro torneios do Grand Slam. Conquistou 589 títulos em sua carreira.
Em mais de 20 anos de carreira, Esther Bueno conviveu com muitos problemas f√≠sicos. Em 1961, a tenista teve hepatite, ainda assim, venceu o Aberto da It√°lia e foi vice-campe√£ de duplas em Roland Garros. O ano de 1965 foi marcado por contus√Ķes, que n√£o a impediram de ser tricampe√£ na It√°lia, vice em Wimbledon e na Austr√°lia, al√©m de tetracampe√£ de duplas no torneio Ingl√™s.

 

Princesa Isabel: Foi a √ļltima princesa imperial do Brasil e regente do Imp√©rio por tr√™s ocasi√Ķes, como herdeira de seu pai, Imperador Pedro II e da imperatriz Dona Tereza Cristina de Bourbon-Duas Sic√≠lias. Foi a terceira chefe do Estado Brasileiro, e cognonimada ‚Äúa Retentora‚ÄĚ por ter abolido a escravid√£o.

Anita Malfatti, um dos grandes nomes da semana Moderna de 1922, revolucionou a arte e a pintura brasileira, é considerada a primeira representante do modernismo no Brasil
A maneira como ela percebia a arte veio ‚Äúdesarrumar‚ÄĚ o que era aceito. Para ela, por√©m, n√£o era somente o que era belo que existia. O feio fazia parte da realidade e era por ela retratado em sua arte. Era a express√£o que se fazia presente porque era assim que Anita percebia a arte. Suas pinturas ‚Äď modernas ‚Äď tinham, portanto, motivos para causar desaprova√ß√£o.

 

Maria Lenk, a Principal nadadora brasileira, a primeira brasileira a estabelecer um Record mundial nas piscinas olímpicas.
A nadadora fez história em 1932 ao se tornar a primeira mulher sul-americana a participar de uma olimpíada, em Los Angeles, mas a Segunda Guerra Mundial roubou da atleta a sua melhor chance de conseguir uma medalha para seu país.
Para seguir a bem-sucedida carreira, Lenk teve de enfrentar preconceitos em uma época na qual o esporte feminino não era "bem visto".
Além de integrar o Hall da Fama da Federação Internacional de Esportes Aquáticos, o parque aquático construído especialmente para os Jogos Pan-Americanos do Rio leva seu nome, assim como a principal competição de natação do país, antigo Troféu Brasil, hoje Troféu Maria Lenk.
At√© hoje, ela foi a √ļnica mulher brasileira a bater recordes mundiais de nata√ß√£o.

 

Zilda Arns, Fundadora e Coordenadora da Pastoral da crian√ßa, Zilda ganhou diversos pr√™mios e men√ß√Ķes internacionais pelo bel√≠ssimo trabalho. Zilda Arns √© um exemplo de lideran√ßa e determina√ß√£o.
Indicada ao Pr√™mio Nobel da Paz, doutora Zilda, ou dona Zilda ‚ÄĒ como √© chamada em algumas comunidades ‚ÄĒ, √© uma l√≠der nata, que inspira tranq√ľilidade, firmeza e do√ßura. Vi√ļva, ela tem cinco filhos, oito netos e √© irm√£ de algumas das maiores personalidades da vida religiosa brasileira: dom Paulo Evaristo Arns e dom Cris√≥stomo.

Maria Quit√©ria, nascida em Feira de Sanatana, a brasileira foi militar, hero√≠na de Guerra da Independ√™ncia. Considerada a Joana D‚Äôarc do Brasil. √Č a ‚ÄúPatrono‚ÄĚ do Quadro de Oficiais do Ex√©rcito Brasileiro.
Pioneira na luta de reconhecimento da independência. Baiana de nascimento e com grande habilidade no uso da arma de fogo, inscreveu-se como voluntária para lutar contra as províncias que não reconheciam D. Pedro como imperador. A Bahia tinha grande contingente militar português e apresentou resistência às forças do imperador. Para comandar as tropas brasileiras D. Pedro enviou à Bahia o general Pierre Labatut, que organizou as tropas e que obtiveram as primeiras vitórias contra os portugueses. Maria Quitéria teve atuação destacada em lutas importantes. Foi condecorada com a Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul.

 

Cora Coralina, Ana Lins Guimar√£es Peixoto Bretas, poetista e contista. Uma das principais escritoras brasileiras, publicou seu primeiro livro aos 76 anos de idade.
O discurso po√©tico de Cora Coralina perpassa uma hist√≥ria de vida que est√° preservada no Museu Casa de Cora Coralina ‚Äď sua casa secular de fam√≠lia, √†s margens do Rio Vermelho, na cidade de Goi√°s. A Casa Velha da Ponte mant√©m acess√≠vel sua mem√≥ria, pois os interiores dessa casa ancestral v√™m recebendo pessoas que entram e saem, buscando conhecer Cora Coralina.

 

Maria da Penha Maia Fernandes, a brasileira que lutou para que seu agressor fosse condenado. L√≠der de movimentos de defesa dos direitos da mulher, v√≠tima emblem√°tica de viol√™ncia dom√©stica. Foi sancionada pelo Presidente Luiz In√°cio Lula da Silva a Lei Maria da Penha, que aumenta o rigor das puni√ß√Ķes √†s agress√Ķes contra a mulher, ocorridas no ambiente dom√©stico ou familiar. Important√≠ssima.

Dilma Rousseff , a presidente está na lista das mulheres mais poderosas do mundo, é economista e política brasileira.
Na d√©cada de 1960, durante o regime militar, participou da luta armada atuando em organiza√ß√Ķes clandestinas de esquerda, como a Pol√≠tica Oper√°ria Polop e o Comando de Liberta√ß√£o Nacional . Esteve presa entre 1970 e 1973 nos √≥rg√£os p√ļblicos de repress√£o pol√≠tica, quando foi torturada.

√Č uma boa not√≠cia o fato de uma brasileira e sul americana estar entre as 10 mulheres mais poderosas do mundo. Embora algumas pol√≠ticas de Dilma n√£o agradem as feministas, √© importante que uma mulher surgida de uma sociedade profundamente machista como a nossa o consiga esta posi√ß√£o por seu trabalho. O que passa uma mensagem positiva as mulheres de brasileiras.

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