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São Bernardo terá nova UPA ainda este mês
Marinho vistoriou as obras. Unidade deve ser entregue dia 28 ou 29 de junho
Da Redação
O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, vistoriou nesta quinta-feira (10), as obras da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Demarchi/Batistini, que foram iniciadas em abril e devem ser finalizadas até o fim de junho.
De acordo com Marinho, a execução da obra está dentro do prazo em relação à construção da unidade anterior, na Vila São Pedro. A proposta é que as obras sejam feitas rapidamente para que a UPA ajude a melhorar o atendimento da rede de saúde na cidade. "Nosso objetivo é acelerar o processo de construção para melhorar todo o sistema de atendimento na área de saúde. Estamos adiantados no calendário e esperamos inaugurar a UPA no dia 28 ou 29 de junho", disse.
Na oportunidade, o prefeito informou que a Administração está em tratativas com o Governo Federal para que as outras UPAS possam ser construídas com isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
Segundo o diretor Hospitalar de São Bernardo, Carlos Armando Lopes Nascimento, a unidade será maior que a da Vila São Pedro, já que terá dois módulos a mais. "Cerca de 90% dos equipamentos e mobiliários já foram entregues e na próxima semana deve chegar o restante", disse.
Estrutura - A nova UPA terá 1,4 mil m², sendo 840 m² de área construída e seguirá o sistema de construção modular, com painéis isotérmicos, semelhante ao utilizado na edificação da UPA Vila São Pedro, que foi erguida em 45 dias e inaugurada em dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A UPA será totalmente informatizada e funcionará 24 horas, inclusive aos fins de semana, para atendimento de pequenas e médias urgências e emergências. Também será equipada para estabilizar pacientes graves até que sejam removidos com segurança para o PS Central ou um hospital de referência.
O investimento total da obra e destinado à aquisição de equipamentos é de cerca de R$ 5,3 milhões, sendo R$ 2 milhões do Ministério da Saúde e R$ 3,3 milhões dos cofres municipais. O custo mensal da unidade será de R$ 500 mil, também financiados com verbas do Governo Federal e da Prefeitura.
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